A cada seis minutos, uma mulher sofre algum tipo de violência no Brasil. Por isso, mais do que uma data simbólica, este mês é um chamado à ação para toda a sociedade.
O eBook “Agosto Lilás: unindo forças pelo fim da violência contra a mulher” foi desenvolvido para informar, orientar e apoiar, trazendo reflexões e dados essenciais sobre os diferentes tipos de violência e os caminhos para quebrar esse ciclo.
Tipos de violência: reconhecer para combater
A violência contra a mulher vai muito além da agressão física. Ela pode se manifestar de forma psicológica, sexual, patrimonial e moral. Segundo a Organização Mundial da Saúde, qualquer ato de violência baseado em gênero que cause dano físico, sexual, psicológico ou patrimonial é uma violação dos direitos humanos.

No Brasil, dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que mais de 17 milhões de mulheres sofreram violência em 2022, a maioria dentro do próprio ambiente familiar. Reconhecer esses sinais é fundamental para interromper o ciclo.
O ciclo da violência e os sinais de alerta
Muitas mulheres permanecem em relacionamentos abusivos devido ao chamado Ciclo da Violência, que envolve três fases: aumento da tensão, explosão e lua de mel. Esse processo cria uma falsa esperança de mudança e dificulta o rompimento.
Alguns sinais de alerta em um relacionamento incluem:
- Controle excessivo sobre decisões e redes sociais;
- Isolamento da vítima de amigos e familiares;
- Humilhações constantes e ciúmes exagerados;
- Ameaças diretas ou veladas.
Entender esses padrões é essencial para apoiar quem vive essa realidade.
Impactos na saúde e na vida das vítimas
A violência afeta profundamente a saúde física, emocional e social das mulheres. Entre os impactos estão:
- Lesões visíveis e risco de feminicídio (o Brasil é o 5º no ranking mundial);
- Depressão, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático;
- Síndrome do desamparo aprendido, que dificulta buscar ajuda;
- Repercussões na vida familiar, especialmente nos filhos, que podem reproduzir o ciclo da violência.
Por isso, a violência de gênero é considerada pela OMS uma questão de saúde pública global.
Rompendo o ciclo e fortalecendo redes de apoio
Romper com um relacionamento abusivo exige coragem, planejamento e apoio. A denúncia é um passo importante, mas não pode ser o único. É essencial fortalecer redes de suporte: familiares, amigos, grupos de apoio e serviços especializados como o Ligue 180, Delegacias da Mulher e o Mapa do Acolhimento.
O eBook reforça que ninguém deve enfrentar a violência sozinha. O caminho para a liberdade pode ser desafiador, mas é possível reconstruir a vida com dignidade e segurança.
PathMind: compromisso com o bem-estar e a saúde mental
Na PathMind, acreditamos que falar sobre violência contra a mulher é também falar de saúde mental, acolhimento e transformação social. Nosso papel é promover diálogos, oferecer conhecimento e apoiar iniciativas que tornem os espaços: dentro e fora do trabalho, mais humanos, seguros e respeitosos.
📥 O eBook completo está disponível para download gratuito em nosso site.
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