27 de agosto de 2025

Agosto Lilás: unindo forças pelo fim da violência contra a mulher

Agosto Lilás é uma campanha nacional criada em alusão à Lei Maria da Penha, que entrou em vigor em 2006 e representa um marco no combate à violência doméstica e familiar.

A cada seis minutos, uma mulher sofre algum tipo de violência no Brasil. Por isso, mais do que uma data simbólica, este mês é um chamado à ação para toda a sociedade.

O eBook “Agosto Lilás: unindo forças pelo fim da violência contra a mulher” foi desenvolvido para informar, orientar e apoiar, trazendo reflexões e dados essenciais sobre os diferentes tipos de violência e os caminhos para quebrar esse ciclo.

Tipos de violência: reconhecer para combater

A violência contra a mulher vai muito além da agressão física. Ela pode se manifestar de forma psicológica, sexual, patrimonial e moral. Segundo a Organização Mundial da Saúde, qualquer ato de violência baseado em gênero que cause dano físico, sexual, psicológico ou patrimonial é uma violação dos direitos humanos.

No Brasil, dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que mais de 17 milhões de mulheres sofreram violência em 2022, a maioria dentro do próprio ambiente familiar. Reconhecer esses sinais é fundamental para interromper o ciclo.

O ciclo da violência e os sinais de alerta

Muitas mulheres permanecem em relacionamentos abusivos devido ao chamado Ciclo da Violência, que envolve três fases: aumento da tensão, explosão e lua de mel. Esse processo cria uma falsa esperança de mudança e dificulta o rompimento.

Alguns sinais de alerta em um relacionamento incluem:

  • Controle excessivo sobre decisões e redes sociais;
  • Isolamento da vítima de amigos e familiares;
  • Humilhações constantes e ciúmes exagerados;
  • Ameaças diretas ou veladas.

Entender esses padrões é essencial para apoiar quem vive essa realidade.

Impactos na saúde e na vida das vítimas

A violência afeta profundamente a saúde física, emocional e social das mulheres. Entre os impactos estão:

  • Lesões visíveis e risco de feminicídio (o Brasil é o 5º no ranking mundial);
  • Depressão, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático;
  • Síndrome do desamparo aprendido, que dificulta buscar ajuda;
  • Repercussões na vida familiar, especialmente nos filhos, que podem reproduzir o ciclo da violência.

Por isso, a violência de gênero é considerada pela OMS uma questão de saúde pública global.

Rompendo o ciclo e fortalecendo redes de apoio

Romper com um relacionamento abusivo exige coragem, planejamento e apoio. A denúncia é um passo importante, mas não pode ser o único. É essencial fortalecer redes de suporte: familiares, amigos, grupos de apoio e serviços especializados como o Ligue 180, Delegacias da Mulher e o Mapa do Acolhimento.

O eBook reforça que ninguém deve enfrentar a violência sozinha. O caminho para a liberdade pode ser desafiador, mas é possível reconstruir a vida com dignidade e segurança.

PathMind: compromisso com o bem-estar e a saúde mental

Na PathMind, acreditamos que falar sobre violência contra a mulher é também falar de saúde mental, acolhimento e transformação social. Nosso papel é promover diálogos, oferecer conhecimento e apoiar iniciativas que tornem os espaços: dentro e fora do trabalho, mais humanos, seguros e respeitosos.

📥 O eBook completo está disponível para download gratuito em nosso site.


Junte-se a nós nesta causa. Porque toda mulher merece viver sem medo, com dignidade e em paz.

22 de julho de 2025

Começou a Jornada do Autodesenvolvimento na Soft Caps: o primeiro passo foi olhar para dentro

Na última sexta-feira, a PathMind deu início à Jornada do Autodesenvolvimento com o time da Soft Caps. O primeiro de quatro encontros trouxe um tema essencial e transformador: autoconhecimento.

Mais do que uma palestra, esse momento foi um convite profundo para olhar para dentro — com curiosidade, coragem e acolhimento. Afinal, antes de desenvolver qualquer habilidade profissional, é preciso entender quem somos, o que sentimos, como reagimos e por que agimos da forma como agimos.

Por que começamos pelo autoconhecimento?

O autoconhecimento é a base para qualquer processo de desenvolvimento — pessoal ou profissional. Quando uma pessoa se conhece, ela se comunica melhor, gerencia suas emoções com mais equilíbrio, toma decisões com mais segurança e se relaciona com mais empatia.

Na Soft Caps, começamos essa jornada reconhecendo que o crescimento sustentável de uma empresa passa, necessariamente, pelo crescimento de cada pessoa. Por isso, o primeiro encontro da série trouxe reflexões importantes sobre:

  • Como identificar nossas forças e áreas de desenvolvimento;
  • O impacto das crenças inconscientes em nossos comportamentos;
  • A diferença entre mentalidade fixa e mentalidade de crescimento;
  • Como as emoções moldam nossos relacionamentos;
  • E a importância de cultivar a humildade para continuar aprendendo.

Um espaço seguro para refletir

Durante o encontro, conduzido pela equipe da PathMind, os participantes da Soft Caps foram convidados a exercitar a escuta de si mesmos. A partir de dinâmicas, reflexões em grupo e orientações práticas, o ambiente se tornou um espaço seguro para compartilhar experiências, reconhecer padrões e pensar em novos caminhos.

Com base na psicologia organizacional e na neurociência, falamos também sobre as chamadas defesas psíquicas, que muitas vezes nos afastam de quem realmente somos. Racionalizações, negações e até a arrogância podem funcionar como “muros” inconscientes que nos impedem de crescer. Reconhecê-las é um passo importante para mudar.

E daqui para frente?

Este foi apenas o primeiro passo de uma jornada estruturada em quatro encontros, com temas pensados para gerar impacto real no dia a dia de trabalho:

  1. Autoconhecimento
  2. Autorresponsabilidade
  3. Autoconfiança e automotivação
  4. Autocuidado e inteligência emocional

Ao longo dessa trilha, o objetivo é fortalecer o que cada pessoa tem de melhor, ampliar a consciência sobre os próprios comportamentos e construir um ambiente mais leve, produtivo e humano.

A PathMind acredita que o autodesenvolvimento não é um luxo — é uma necessidade para empresas que desejam crescer com propósito, resultado e bem-estar.

Seguimos juntos nessa jornada, Soft Caps!



17 de junho de 2025

Roda de Conversa com o RH do CDG Riachuelo

Ressignificando o stress no ambiente de trabalho

No dia 13/06, tivemos a oportunidade de realizar uma roda de conversa enriquecedora com a equipe de Recursos Humanos do CDG Riachuelo, trazendo como tema central o stress — uma realidade presente no cotidiano profissional, mas ainda pouco compreendida em sua totalidade.

Apesar de muitas vezes ser visto apenas como um fator negativo, o stress é, na verdade, uma resposta natural do nosso organismo diante de situações desafiadoras. Ele pode, sim, ser prejudicial quando se torna constante e desregulado, mas também pode funcionar como um gatilho para foco, produtividade e crescimento — desde que saibamos reconhecê-lo e gerenciá-lo da forma certa.

Durante o encontro, apresentamos dados relevantes sobre o impacto do stress na saúde mental e física, além das consequências organizacionais, como absenteísmo, rotatividade e queda de desempenho. Porém, mais do que os riscos, o foco foi na possibilidade de transformação: como a informação, o autoconhecimento e práticas de cuidado podem ajudar a manter o equilíbrio emocional e até potencializar os resultados individuais e coletivos.

A conversa também trouxe luz ao conceito de stress saudável, que está diretamente relacionado ao senso de desafio, propósito e engajamento. Quando nos sentimos motivados, reconhecidos e pertencentes, nossa resposta ao stress tende a ser mais positiva e adaptativa.

Falamos ainda sobre ferramentas práticas para o dia a dia, como a importância da respiração consciente, do autocuidado, dos relacionamentos saudáveis no ambiente de trabalho e da construção de uma cultura que valoriza o bem-estar.

Essa roda de conversa foi mais um passo importante rumo à promoção da saúde mental corporativa, reforçando a responsabilidade individual e coletiva de criar ambientes mais humanos, acolhedores e sustentáveis.

Afinal, stress faz parte da vida. Mas saber lidar com ele faz toda a diferença.